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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Quem foi Joana d'Arc

Joana d'Arc  - Veja tambem Canonização


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Santa Joana d'Arc
Joan of arc miniature graded.jpg
Virgem d'Orleans
Nascimento6 de Janeiro de 1412 em Domrémy-la-Pucelle, Lorena
 França
Morte30 de maio de 1431 (19 anos) em Ruão, Alta Normandia
 França
Veneração porIgreja Católica
Beatificação1909, Roma por: São Pio X
Canonização16 de Maio de 1920, Roma por: Papa Bento XV
Festa litúrgica30 de maio
PadroeiraFrança
Portal dos Santos
Santa Joana d'Arc (em francês Jeanne d'Arc) (Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro de 1412Ruão, 30 de maio de 1431), por vezes chamada de donzela de Orléans, era filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée e é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses.
Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva.
Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana d'Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo, o que pode confirmar as teorias de Ernest Gellner. Irène Kuhn escreveu: Foi apenas no século XIX que a França redescobriu esta personagem trágica.
François Villon, nascido em 1431, no ano de sua morte, evoca sua lembrança na bela Ballade des dames du temps jadis ou seja, Balada das damas do tempo passado -
Et Jeanne, la bonne Lorraine
Qu'Anglais brûlèrent à Rouen;
Où sont-ils, où, Vierge souvraine?
Mais où sont les neiges d'antan?
Antes aos fatos relacionados, Shakespeare tratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, que a ridicularizava, intitulado «La Pucelle d´Orléans» ou «A Donzela de Orléans» [1]
Gravura de 1505
Depois da Revolução Francesa, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do retorno do rei.
Joana foi recuperada pelos profetas da «França eterna», em primeiro lugar o grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro "Die Jungfrau von Orléans", publicada em 1801.
Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha - que ocupou a Alsácia e a Lorena - "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua, tornou-se a heroína do sentimento nacional". Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu sua vida pela pátria.
Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo mal vista pelos republicanos.
A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X sua beatificação, realizada em 1909, num período dominado pela exaltação da nação e ao ódio ao estrangeiro, principalmente Inglaterra e Alemanha.
O gesto do Papa inspirou-se no desejo de fazer a Igreja de França entrar em mais perfeito acordo com os dirigentes anticlericais da III República, mas só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína da Direita. Segundo Irène Kuhn, a partir daí os "postais patrióticos" mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio.
Em 9 de maio de 1920, cerca de 500 anos depois de sua morte, Joana d'Arc foi definitivamente reabilitada, sendo canonizada pelo Papa Bento XV - era a Santa Joana d'Arc. A canonização traduzia o desejo da Santa Sé de estender pontes para a França republicana, laica e nacionalista. Em 1922 foi declarada padroeira de França. Joana d´Arc permanece como testemunha de milagres que pode realizar uma pessoa, ainda que animada apenas pela energia de suas convicções, mesmo adolescente, pastora e analfabeta, de modo que seu exemplo guarda um valor universal.

Índice

Primeiros anos

Joana nasceu em Domrémy, na região de Lorena (ou Lorraine) na França. Posteriormente a cidade foi renomeada como Domrémy-la-Pucelle em sua homenagem (pucelle; donzela em português). A data de seu nascimento é imprecisa, de acordo com seu interrogatório em 24 de fevereiro de 1431, Joana teria dito que na época tinha 19 anos portanto teria provavelmente nascido em 1412. (Não se sabe a idade correta de Joana pois naquela época não se importavam com a idade exata, por isso o termo certo a usar seria "mais ou menos". Joana declarou uma vez que, quando perguntada sobre sua idade, "tenho 19 anos, mais ou menos").
Filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée, tinha mais quatro irmãos: Jacques, Catherine, Jean e Pierre, sendo ela a mais nova dos irmãos. Seu pai era agricultor e sua mãe lhe ensinou todos os afazeres de uma menina da época, como fiar e costurar. Joana também era muito religiosa ia muito a igreja e frequentemente fugia do campo para ir orar na igreja de sua cidade.
Em seu julgamento, Joana afirmou que desde os treze anos ouvia vozes divinas. Segundo ela, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que às vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida.

A Guerra dos Cem Anos

Desde que o Duque da Normandia, Guilherme, o Conquistador, se apoderou da Inglaterra em 1066, os monarcas Ingleses passaram a controlar extensas terras no território francês. Com o tempo, passaram a ter vários ducados franceses: Aquitânia, Gasconha, Poitou, Normandia, entre outros. Os duques, apesar de vassalos do rei francês, acabaram tornando-se seus rivais.
Batalha de Crécy
Quando a França tentou recuperar os territórios perdidos para a Inglaterra, originou-se um dos mais longos e sangrentos conflitos da história da humanidade: a Guerra dos Cem Anos, que durou na realidade 116 anos, e que provocou milhões de mortes e a destruição de quase toda a França setentrional.
Joana d'Arc liderando o Exército da França.
O início da guerra aconteceu em 1337. Os interesses mais que evidentes de unificar as coroas concretizaram-se na morte do rei francês Carlos IV em 1328. Filipe VI, sucessor graças à lei sálica (Carlos IV não tinha descendentes masculinos), proclamou-se rei da França em 27 de maio de 1328.
Felipe VI reclamou em 1337 o feudo da Gasconha ao rei inglês Eduardo III, e no dia 1 de novembro este responde plantando-se às portas de Paris mediante ao bispo de Lincoln, declarando que ele era o candidato adequado para ocupar o trono francês.
A Inglaterra ganharia batalhas como a Crécy (1346) e a Poitiers (1356). Uma grave enfermidade do rei francês originou uma luta pelo poder entre seu primo João I de Borgonha ou João sem Medo, e o irmão de Carlos VI, Luís de Orléans.
No dia 23 de novembro de 1407, nas ruas de Paris e por ordem do borguinhão, se comete o assassinato do armagnac Luís de Orléans. A família real francesa estava dividida entre os que davam suporte ao duque de Borgonha (borguinhões) e os que o davam ao de Orléans e depois a Carlos VII, Delfim de França (armagnacs ligados à causa de Orléans e à morte de Luís). Com o assassinato do armagnac, ambos os bandos se enfrentaram numa guerra civil, onde buscaram o apoio dos ingleses. Os partidários do Duque de Orléans, en 1414, viram recusada uma proposta pelos ingleses, que finalmente pactuaram com os borguinhões.
Com a morte de Carlos VI, em 1422, Henrique VI da Inglaterra foi coroado rei francês, mas os armagnacs não desistiram e mantiveram-se fiéis ao filho do rei, Carlos VII, coroando-o também em 1422.

Encontro com Carlos

Aos 16 anos, Joana foi a Vaucouleurs, cidade vizinha a Domrèmy. Recorreu a Robert de Baudricourt, capitão da guarnição armagnac estabelecida em Vaucouleurs para lhe ceder uma escolta até Chinon, onde estava o delfim, já que teria que atravessar todo o território hostil defendido pelos aliados ingleses e borguinhões. Quase um ano depois, Baudricourt aceitou enviá-la escoltada até o delfim. A escolta iniciou-se aproximadamente em 13 de fevereiro de 1429. Entre os seis homens que a acompanharam estavam Poulengy e Jean Nouillompont (conhecido como Jean de Metz). Jean esteve presente em todas as batalhas posteriores de Joana d'Arc.
Portando roupas masculinas até sua morte, Joana atravessou as terras dominadas por Borguinhões, chegando a Chinon, onde finalmente iria se encontrar com Carlos, após uma apresentação de uma carta enviada por Baudricourt. Chegando a Chinon, Joana já dispunha de uma grande popularidade, porém o delfim tinha ainda desconfianças sobre a moça. Decidiram passá-la por algumas provas. Segundo a lenda, com medo de apresentar o delfim diante de uma desconhecida que talvez pudesse matá-lo, eles decidiram ocultar Carlos em uma sala cheia de nobres ao recebê-la. Joana então teria reconhecido o rei disfarçado entre os nobres sem que jamais o tivesse visto antes. Joana teria ido até ao verdadeiro rei, se curvado e dito: "Senhor, vim conduzir os seus exércitos à vitória".
Sozinha na presença do rei, ela o convenceu a lhe entregar um exército com o intuito de libertar Orléans. Porém, o rei ainda a fez passar por provas diante dos teólogos reais. As autoridades eclesiásticas em Poitiers submeteram-na a um interrogatório, averiguaram sua virgindade e suas intenções.
Convencido do discurso de Joana, o rei entrega-lhe às mãos uma espada, um estandarte e o comando das tropas francesas, para seguir rumo à libertação da cidade de Orléans, que havia sido invadida e tomada pelos ingleses havia oito meses.
Joana reconhece o rei Carlos VII em Chinon.

Joana d'Arc: a guerreira

Munida de uma bandeira branca, Joana chega a Orléans em 29 de abril de 1429. Comandando um exército de 4000 homens ela consegue a vitória sobre os invasores no dia 9 de maio de 1429. O episódio é conhecido como a Libertação de Orléans (e na França como a Siège d'Orléans). Os franceses já haviam tentado defender Orléans mas não obtiveram sucesso.
Existem histórias paralelas a esta que informam que a figura de Joana era diferente. Ela teria chegado para a batalha em um cavalo branco, armadura de aço, e segurando um estandarte com a cruz de Cristo, circunscrita com o nome de Jesus e Maria. Segundo esta outra versão, Joana teria sido apenas arrastada pelo fascínio sobrenatural de seus sonhos e proposta de missão a cumprir segundo a vontade divina e sem saber nada sobre arte de guerra comandou os soldados rudes, com ar angelical, e em sua presença ninguém se atrevia a dizer ou praticar inconveniências. Ela apresentava-se extremamente disciplinada.[2]
Após a libertação de Orléans, os ingleses pensaram que os franceses iriam tentar reconquistar Paris ou a Normandia, e ao invés disto, Joana convenceu o Delfim a iniciar uma campanha sobre o rio Loire. Isso já era uma estratégia de Joana para conduzir o Delfim a Ruão.
Joana dirigiu-se a vários pontos fortificados sobre pontes do rio Loire. Em 11 e 12 de junho de 1429 venceu a batalha de Jargeau. No dia 15 de junho foi a vez da batalha de Meung-sur-Loire. A terceira vitória foi na batalha de Beaugency, nos dias 16 e 17 de junho do mesmo ano. Um dia após sua última vitória se dirigiu a Patay, onde sua participação foi pouca. A batalha de Patay, única batalha em campo aberto, já se desenrolava sem a presença de Joana'D arc.

Coroação de Carlos

Cerca de um mês após sua vitória sobre os ingleses em Orléans, ela conduziu o rei Carlos VII à cidade de Reims, onde Carlos VII é coroado em 17 de julho. A vitória de Joana d'Arc e a coroação do rei acabaram por reacender as esperanças dos franceses de se libertarem do domínio inglês e representaram a virada da guerra.
O caminho até Reims era considerado difícil, já que várias cidades estavam sob o domínio dos borguinhões. Porém, a fama de Joana tinha se estendido por boa parte do território e fez com que o exército armagnac do delfim fosse temido. Assim, Joana passou sem problemas por sucessivas cidades como Gien, Saint Fargeau, Mézilles, Auxerre, Saint Florentin e Saint Paul.
Desde Gien, foram enviados convites a diversas autoridades para assistir à consagração do delfim. Em Auxerre chegou-se a pensar em resistência por parte de uma pequena tropa inimiga que se encontrava na cidade. Após três dias de negociação foi possível por lá passar sem qualquer problema. O mesmo aconteceu em Troyes, onde as negociações duraram cinco dias. A chegada a Ruão foi em 16 de julho.
Sabe-se que o dia da consagração definitiva do rei francês em Ruão foi em 17 de julho e não foi a cerimônia mais esplêndida do momento, já que as circunstâncias da guerra impediam que o fosse. Joana assistiu à consagração de uma posição privilegiada, acompanhada de seu estandarte.
Coroação de Carlos VII.

Paris

Teoricamente Joana já não tinha nada mais que fazer no exército já que havia cumprido sua promessa perfeitamente, havia cumprido corretamente as ordens que as vozes lhe haviam dado. Mas ela, como muitos outros, viu que enquanto a cidade de Paris estivesse tomada pelas tropas inglesas, dificilmente o novo rei poderia ter claramente o controle do reino de França.
No mesmo dia da coroação, chegaram emissários do Duque de Borgonha e se iniciaram as negociações para se chegar a paz, ou a uma trégua, que foi finalmente o que se pactuou. Não foi a paz que Joana desejava, mas pelo menos ela houve durante quinze dias. Entretanto a trégua não foi gratuita, já que houve interesses políticos por trás desta. Carlos VII necessitava tomar Paris para exercer sua autoridade de rei mas não queria criar uma imagem ruim com uma conquista violenta de terras que passariam a ser seu domínio. Foi isto que o que motivou a firmar a trégua com o Duque de Borgonha. Foi uma necessidade de ganhar tempo.
Durante a trégua, Carlos VII levou seu exército até Île-de-France (região francesa que abriga Paris). Houve alguns enfrentamentos entre os armagnacs e a aliança inglesa com os borguinhões. Os ingleses abandonaram Paris dirigindo-se a Ruão (ou Rouen em francês). Restava então derrotar os borguinhões que ainda ficaram em Paris e na região.
Estátua de Joana d'Arc na Catedral de Notre-Dame de Paris.
Joana foi ferida por uma flecha durante uma tentativa de entrar em Paris. Isto acelerou a decisão do rei em bater em retirada no dia 10 de setembro. Com a parada o rei francês não expressava a intenção de abandonar definitivamente a luta, mas optava por pensar e defender a opção de conquistar a vitória mediante a paz, tratados e outras oportunidades no futuro.

A morte de Joana d'Arc

A captura

Na primavera de 1430, Joana d'Arc retomou a campanha militar e passou a tentar libertar a cidade de Compiègne, onde acabou sendo dominada e capturada pelos borguinhões, aliados dos ingleses, em 1430.
Foi presa em 23 de Maio do mesmo ano. Entre os dias 23 e 27 foi conduzida à Beaulieu-lès-Fontaines. Joana foi entrevistada entre os dias 27 e 28 pelo próprio Duque de Borgonha, Felipe, o Belo. Naquele momento Joana era propriedade do Duque de Luxemburgo. Joana foi levada ao Castelo de Beaurevoir, onde permaneceu todo o verão, enquanto o duque de Luxemburgo negociava sua venda. Ao vendê-la aos ingleses, Joana foi transferida a Ruão.

Duas mulheres, duas personalidades em guerra

A infanta D. Isabel, filha de D. João I e duquesa de Borgonha (e em cuja honra foi criada por Filipe, o Bom a Ordem do Tosão de Ouro, em Janeiro de 1430, por ocasião da chegada de Isabel ao ducado), poderá ter sido a impulsionadora da perseguição a Joana D'Arc. Não só como Infanta de Portugal, aliada da Inglaterra e de Borgonha, mas porque Joana D'Arc a submetera a cerco quando chegara a Borgonha para se casar com Filipe, o Bom. Implacável (como se vê pela sua atitude perante o seu irmão D. Henrique, o "traidor" da Alfarrobeira), não desisitiu enquanto Joana D'Arc não pagou pela insolência com a própria vida.

O processo em Ruão

Interrogatório de Joana.
Joana foi presa em uma cela escura e vigiada por cinco homens. Em contraste ao bom tratamento que recebera em sua primeira prisão, Joana agora vivia seus piores tempos.
O processo contra Joana teve início no dia 9 de janeiro de 1431, sendo chefiado pelo bispo de Beauvais, Pierre Cauchon. Foi um processo que passaria à posteridade e que converteria Joana em heroína nacional, pelo modo como se desenvolveu e trouxe o final da jovem, e da lenda que ainda nos dias de hoje mescla realidade com fantasia.
Dez sessões foram feitas sem a presença da acusada, apenas com a apresentação de provas, que resultaram na acusação de heresia e assassinato.
No dia 21 de fevereiro Joana foi ouvida pela primeira vez. A princípio ela se negou a fazer o juramento da verdade, mas logo o fez. Joana foi interrogada sobre as vozes que ouvia, sobre a igreja militante, sobre seus trajes masculinos. No dia 27 e 28 de março, Thomas de Courcelles fez a leitura dos 70 artigos da acusação de Joana, e que depois foram resumidos a 12, mais precisamente no dia 5 de abril. Estes artigos sustentavam a acusação formal para a Donzela buscando sua condenação.
No mesmo dia 5, Joana começou a perder saúde por causa de ingestão de alimentos venenosos que a fez vomitar. Isto alertou Cauchon e os ingleses, que lhe trouxeram um médico. Queriam mantê-la viva, principalmente os ingleses, porque planejavam executá-la.
Durante a visita do médico, Jean d’Estivet acusou Joana de ter ingerido os alimentos envenenados conscientemente para cometer suicídio. No dia 18 de abril, quando finalmente ela se viu em perigo de morte, pediu para se confessar.
Os ingleses impacientaram-se com a demora do julgamento. O Conde de Warwick disse a Cauchon que o processo estava demorando muito. Até o primeiro proprietário de Joana, Jean de Luxemburgo, apresentou-se a Joana fazendo-lhe a proposta de pagar por sua liberdade se ela prometesse não atacar mais os ingleses. A partir do dia 23 de maio, as coisas se aceleraram, e no dia 29 de maio ela foi condenada por heresia.

A morte

Joana d'Arc sendo queimada viva.
Joana foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos. A cerimónia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place du Vieux Marché), às 9 horas, em Ruão.
Antes da execução ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe administraram os sacramentos da Comunhão. Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredito, Joana foi queimada viva. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.

Após a morte de Joana d'Arc

A revisão do seu processo começou a partir de 1456, quando foi considerada inocente pelo Papa Calisto III, e o processo que a condenou foi considerado inválido, e em 1909 a Igreja Católica autoriza sua beatificação. Em 1920, Joana d'Arc é canonizada pelo Papa Bento XV.
Temos uma outra versão que informa que vinte anos após a sua condenação à fogueira, os pais de Joana d'Arc pediram que o Papa da época, Calisto III, autorizasse uma comissão que, numa pesquisa serena e profunda, reconheceu a nulidade do processo por vício de forma e de conteúdo. Joana d´Arc desta maneira teve sua honra reabilitada, e o nome feiticeira, e bruxa foi apagado para que ela fosse reconhecida por suas virtudes heróicas, provenientes de uma missão divina. Joana também enquanto morria era chamada de bruxa, mentirosa, blasfema.
Ela foi proclamada Mártir pela Pátria e da Fé.[3]

Vestuário

Joana d'Arc na coroação de Carlos VII, de Jean Auguste Dominique Ingres (1854), é um exemplo notável das tentativas para feminilizar sua aparência. No trabalho, observa-se os cabelos longos e a saia em torno da armadura.
Joana d'Arc usava roupas masculinas desde o momento da sua partida de Vaucouleurs até sua abjuração em Rouen.[4] Isto motivou debates teológicos em sua própria época e levantou outras questões também no século XX. A razão técnica para a sua execução foi uma lei sobre roupas bíblicas.[5] O segundo julgamento reverteu a condenação em parte porque o processo de condenação não tinha considerado as exceções doutrinárias referentes a esse texto.
Em termos de doutrina, ela era prudente ao se disfarçar como um escudeiro durante uma viagem através de território inimigo, e era cautelosa ao usar armadura durante a batalha. O Chronique de la Pucelle afirma que isso dissuadiu abuso sexual, enquanto ela estava acampada nas batalhas. O clérigo que testemunhou em seu segundo julgamento afirmou que ela continuava a vestir roupas do sexo masculino na prisão para deter molestamentos e estupro.[6] A preservação da castidade foi outro motivo justificável para travestir-se: suas roupas teriam atrasado um assaltante, e os homens estariam menos propensos a pensar nela como um objeto sexual em qualquer caso.[nota 1]

Representação nas artes e na literatura

Imagem da Santa Joana d'Arc.

Cinema

Literatura

Televisão

Games

Um Jogo chamado Perfect Dark (パーフェクト・ダーク), produzido pela Rare para o Nintendo 64 e lançado em 22 de Maio de 2000 no mercado americano. Em Perfect Dark, jogadores assumem o papel da agente especial Joanna Dark, uma personagem inspirada na bravura da referida Joana D'arc. Este Jogo possui continuações em outras plataformas.
A desenvolvedora japonesa Level-5 (a mesma criadora de Rogue Galaxy e Dark Cloud) criou um jogo de estratégia para PSP baseado em turnos com elementos de RPG no mesmo estilo de Final Fantasy Tactics. Esse jogo pega elementos da história de Joana D'arc, contudo, no caso do jogo, a heroína possui um bracelete que lhe da poderes e evoca uma armadura mística. Além disso, outros elementos de fantasia medieval são adicionados ao jogo. Uns dos pontos altos do jogo são o seu efeito gráfico e a cenas de anime de excelente qualidade, o design dos personagens são em SD (aquele estilo conhecido como Super Deformed, que são miniaturas fofinhas dos personagens). Distribuído pela Sony o jogo foi lançado em 2007.
Ha um projeto cancelado de game online da desenvolvedora japonesa Type-Moon (famosa pelas séries Fate/Stay Night, Tsukihime e Kara no Kyoukai) chamado Fate/Apocrypha. Nesse jogo vários personagens da história da humanidade e do folclore são convocados por magos como seus Servos (veja: Familiar (espírito)), Joana D'Arc é uma poderosa e heroica serva da classe Saber (considerada a melhor classe da franquia) devido a sua habilidade como espadachim, sendo uma personagem importante no universo da Type-Moon.
Em homenagem no Age of Empires II, Joana D'Arc está sempre presente nas batalhas travadas (exceto a última parte da campanha), onde há apoio personagens como La Hire, Jean de Metz e enfrenta antagonistas como Sir John Fastolf.

Notas

  1. De acordo com o perito em roupas medievais Adrien Harmand, ela usou duas camadas de calças ligadas à parelha com 20 grampos. As calças exteriores eram feitas de couro semelhante ao de botas.[7]

Referências

  1. [1]
  2. Dom Servílio Conti, I.M.C. O Santo do dia. p.289-290. Ed. Vozes. ISBN 85.326.0442-0
  3. Servílio Conti, I.M.C. O Santo do dia. p.289-290. Ed. Vozes. ISBN 85.326.0442-0
  4. Condemnation trial, pp. 78–79 (Página acessada em 12 de fevereiro de 2006).
  5. Deuteronômio 22:5.[2] (Página acessada em 22 de março de 2006).
  6. Nullification trial testimony of Guillaume de Manchon (Página acessada em 12 de fevereiro de 2006).
  7. "Jeanne d'Arc, son costume, son armure."(francês) (Página acessada em 23 de março de 2006).

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

AVOÁFRICA 2 distribui uma tonelada de alimentos no Zimbábue

O projeto missionário é dirigido por um pastor brasileiro e conta com o apoio de diversos cristãos. Ajude você também 

No último domingo, 12, o pastor  Isaias Pereira dos Santos esteve na Mabvuku Mission Centre Church, em Zimbábue para entregar 1 tonelada de fubá de milho para a população. Esse ato faz parte do projeto AVOÁFRICA (Alimento para as viúvas e órfãos na África) que já havia entregue 350 quilos de alimento em outra comunidade.
O pastor Santos e sua família estão na África há anos fazendo missões até que Deus tocou no coração dele de se dirigir até Zimbábue, um país onde 30% da população é HIV positivo, tendo assim muitos órfãos e viúvas.
Os trabalhos do pastor e de sua família começaram às 5h30 quando eles receberam o pastor Misi, responsável pela igreja, que foi até a casa da família de missionários ajudar no transporte dos alimentos. Às 11h eles já estavam na igreja e o culto se iniciou. “O culto começou com muito louvor, orações. Não há povo mais envolvido em louvores a Deus tal como é o povo africano. Eles louvam com a alma, corpo e espírito”, disse o pastor Isaias.
Sobre essa congregação o missionário conta que é uma das igrejas que mais crescem no país e que é sustentada pela  Igreja Assembleia de Deus em São João Batista em Santa Catarina. Os trabalhos ali são baseados na Palavra de Deus e no amor, elementos que fazem com que o pastor Misi seja tão querido pela comunidade.
Em sua ministração o pastor Isaias dos Santos disse que  aquela doação de comida natural poderia ser feita por qualquer pessoa descomprometida com Deus, bastasse que essa tivesse o dinheiro para efetuar a compra do alimento, mas que o alimento que ele estava começando a dar a igreja (Palavra de Deus), só pode ser verdadeiramente dado por homens espirituais, comprometidos com o Senhor Jesus Cristo.
Logo após o culto àquelas pessoas puderam receber o alimento e ficaram sabendo que tal obra só era viável graças ao apoio de cristãos e de igrejas brasileiras. “Todos receberam e vibraram de alegria”, comenta o pastor que conta com a ajuda de sua esposa, Tatiane e seus dois filhos, Marlon e Adonai.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

QUANTO SABE UMA PESSOA MORTA?



Depois da morte, o cérebro se desintegra; ele não tem capacidade de saber ou relembrar de coisa alguma. Todas as emoções humanas cessam.
"Para eles, o amor, o ódio e a inveja há muito desapareceram...". Eclesiastes 9:6
Uma pessoa morta não fica consciente, por isso não percebe nada do que está acontecendo. Eles simplesmente não têm contato algum com os vivos:
"Pois os vivos sabem que morrerão, mas OS MORTOS NADA SABEM". Eclesiastes 9:5
A morte é como um sono sem sonho; na verdade, a Bíblia chama a morte de "sono" em 54 vezes. Jesus ensinou que a morte é como um sono. Ele disse aos Seus discípulos:
"'Nosso amigo LÁZARO ADORMECEU, mas vou até lá para acordá-lo'. Seus discípulos responderam: 'Senhor, se ele dorme, vai melhorar'. Jesus tinha falado da sua morte, mas os seus discípulos pensaram que ele estava falando simplesmente do sono. Então lhes disse claramente: 'LÁZARO MORREU'". João 11:11-14
Lázaro já estava morto por quatro dias quando Jesus chegou. Mas quando se dirigiram à tumba, Jesus provou que é tão fácil para Deus ressuscitar alguém dos mortos quanto é para nós acordar alguém que esteja dormindo.
É muito confortador saber que nossos amados que já faleceram estão "dormindo", descansando em paz na confiança em Jesus. O túnel da morte, que nós mesmos poderemos atravessar algum dia, é um sono calmo e paz absoluta.

domingo, 27 de março de 2011

Senhora de 92 anos está lendo a Bíblia Sagrada pela 208ª vez


Aos 92 anos, Adelina Souza dos Santos, moradora da cidade de Niterói (RJ) está lendo a Bíblia Sagrada inteira pela 208ª , ela dedica de 7 a 8 horas por dia ao estudo da Palavra, uma dedicação que simboliza devoção e reverência ao Livro Sagrado e serve também como inspiração aos mais jovens.

Adelina já sofreu quatro AVCs (Acidente Vascular Cerebral) o que prejudicou sua audição e também trouxe dificuldades de locomoção, isso impede que ela freqüente uma igreja, mas em casa ela tira a maior parte do tempo para fazer orações, copiar, memorizar e reler a Bíblia.

Sua dedicação já foi reconhecida por diversas vezes pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) que já lhe entregou vários certificados do programa de leitura bíblica em um ano. Nos últimos anos, ela tem se superado e lido toda a Bíblia num tempo ainda menor, entre seis e oito meses.

A sede pela Palavra de Deus começou há cerca de 50 anos, quando Adelina herdou uma Bíblia do sogro. Mas mesmo diante da vasta quantidade de leituras que já fez, ela não tem o texto bíblico de cor e salteado na cabeça. “É impossível gravar a Bíblia inteira. A Palavra do Senhor cada hora tem algo novo para ensinar”, relata.

Para quem não leu as Escrituras Sagradas por inteiro, Adelina incentiva. “As pessoas precisam conhecer o amor de Deus para com a humanidade. Esse é o caminho da verdade e da vida.” A fiel leitora já traçou nova meta: a leitura de toda a Bíblia até a ducentésima décima (210ª) vez. Assim, ela acredita que terá cumprido sua missão com Deus.

Fonte: Gospel Prime

Com informações SBB

quarta-feira, 23 de março de 2011

Pesquisa revela que orar diminui agressividade e raiva das pessoas

Descobrimos que a oração realmente ajuda as pessoas a lidar com sua raiva, afirma pesquisador

Pesquisa revela que orar diminui agressividade e raiva das pessoas

Três estudos mostraram que orar pode ajudar a diminuir a raiva e a agressividade das pessoas. A pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, revelou que as pessoas que foram provocadas por comentários ofensivos por um estranho mostravam menos raiva logo depois se orassem por outra pessoa enquanto eram provocadas.

De acordo com o coautor da pesquisa, Brad Bushman, os benefícios da oração identificados nas pesquisas não dependem de intervenção divina e provavelmente acontecem porque o ato de orar mudou o jeito de as pessoas pensarem sobre uma situação negativa.

“Descobrimos que a oração realmente ajuda as pessoas a lidar com sua raiva, ajudando-as a mudar o modo como veem as coisas que as deixaram bravas e a encará-las de uma forma menos pessoal,” disse Bushman.

Os resultados da Universidade dizem também que o poder da oração não depende se a pessoa é religiosa ou frequenta o templo ou a igreja com frequência, pois a oração ajudou a acalmar as pessoas, independentemente da religião na qual elas acreditam ou com que frequência vão ao templo ou igreja ou ainda se oram (ou não) todos os dias.

A pesquisa não avaliou em nome de quem essas pessoas estavam orando, esses três primeiros estudos apenas examinaram os efeitos da oração sobre a raiva e a agressividade.

Bushman realizou a pesquisa em conjunto com Ryan Bremmer, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e com Sander Koole, da Universidade VU de Amsterdã, na Holanda. Embora os três estudos tenham abordado o assunto de formas diferentes, todas elas revelaram os benefícios de orar, explicou o pesquisador. Os resultados da pesquisa só valem para orações benevolentes defendidas pela maioria das religiões.

Orações vingativas ou cheias de ódio, em vez de mudar o modo como as pessoas encaram uma situação negativa podem alimentar ainda mais a raiva e a agressividade. De acordo com Bushman, “quando as pessoas estão enfrentando sua própria raiva, elas devem levar em conta o velho conselho de orar pelos inimigos”.

Fonte: Gospel Prime

Com informações R7

terça-feira, 1 de março de 2011

Jesus Vê Nosso Potencial – Ilustração


A coisa impressionante nesta história (João 1:40-42) é como ela nos mostra como Jesus olhou para os homens. Ele vê não somente o que um homem é; ele vê o que o homem pode ser. Ele vê não somente a atualidade num homem, ele vê o potencial. … Jesus nos vê não somente como nós somos, mas como nós podemos ser; e ele diz: “Dê a sua vida a mim, e eu farei de você o que você tem potencial para ser”.

Certa vez alguém encontrou Miguelangelo esculpindo com seu formão numa enorme rocha sem forma. A pessoa indagou ao escultor o que ele estava fazendo. “Estou soltando o anjo aprisionado nesta rocha.” ele respondeu. Jesus é aquele que vê e pode libertar o herói em cada homem.

- William Barclay, O Evangelho de João (Gospel of John) The Daily study Bible series, Rev. ed. Philadelphia: The Westminster Press.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Entrevista com o Pastor que tem 1 milhao de feis diariamente


Lagos, Nigéria (CNN) - Vestido com calça e uma camisa simples e
gravata, aparência modesta Enoque Adeboye desmente a enorme influência
e poder que ele exerce.
O pastor da Nigéria, conhecida por seu rebanho como "papai", é um dos do mundo
mais influentes líderes espirituais. Em uma noite qualquer, ele pode atrair mais
de um milhão de seu cargo na Redenção da Nigéria Igreja Cristã de
Deus.
Seus sermões fervorosos, juntamente com a sua personalidade magnética, transformaram
a igreja pentecostal em uma das evangélicas que mais cresce
congregações em todo o globo.
Seus seguidores numerosos incluem líderes nacionais, como a Nigéria
Presidente Goodluck Jonathan, bem como executivos da indústria - muitas das
quem recorrem muitas vezes a ele para o conselho.
Pentecostalismo tem assolado a Nigéria ea África nos últimos anos,
oferecendo a promessa não só de entrada ao céu em vida após a morte, mas
de prosperidade e cura na vida.
Uma linha de frente em um religioso de pessoas influentes do mundo
A Igreja Remidos, que foi fundada em 1952 por Josiah Akindayomi,
alega ter mais de 5 milhões de membros em 20 mil agências em 140
países do mundo.
Isso é um longo caminho desde os 40 ramos Adeboye, uma matemática antiga
conferencista, herdou quando assumiu a igreja em 1981.
Apesar do crescimento notável da sua Congregação, Adeboye não tem planos de
desacelerando. "Queremos chegar a todo o mundo", diz ele.
Adeboye, que foi nomeado pela revista Newsweek como um dos 50 mais do mundo
pessoas influentes em 2008, falou à CNN sobre o papel da religião na
Nigéria e seus planos futuros.
O seguinte é uma versão editada da entrevista.

CNN: Qual é o caminho nigeriana de adoração?
Enoque Adeboye: A nossa liberdade de culto - a nossa forma de dançar, gritar, gozar
o Deus Todo-Poderoso - então eu acho que pouco de nós, borbulhante entusiasmo, todas as
é uma boa influência.

CNN: Pessoas descrevê-lo como sendo muito humilde, não ternos caros, porque é
isso?
EA: O evangelho é para todas as pessoas, mas eu acredito que é ainda mais para o
massas e da maioria das massas - se você estiver indo para alcançá-los
você tem que estar ao seu nível. Se eles vêem em você alguém que pode se relacionar
a, que vai ser mais fácil para eles para ouvir, ouvir de você.

CNN: Você acha que a Nigéria está em uma linha de frente religiosa?
(Nós) queremos ter igrejas em cada nação e tem membros em todos os
família em todo o mundo.
-

EA: Não há nenhuma dúvida sobre isso.

CNN: Isso pode se tornar violento.
É que parte do curso?
EA: Eu acredito que a qualquer momento a luz começa a brilhar lá é obrigado a ser um pouco
resistência das trevas. Então essa é uma questão resolvida. Infeliz, uma vez que
Pode parecer - alguns políticos vão sob o disfarce da religião para perpetrar
o mal.
Eu não acho que os verdadeiros cristãos e muçulmanos genuína luta. Mas eu
acho que a maioria das crises não são realmente a religião, é política. Alguns
políticos optar por usar a religião como instrumento para a sua ulterior própria
motivos.

CNN: Você acha que a igreja pode desempenhar um papel na política?
EA: É claro, quem foi que disse que o homem é um animal político? Todos
deve decidir quem vai governar sobre ele e você não deve queixar-se
qualquer coisa que você permitir.
Se você não votar, deixar de participar da situação política e
alguém começa a se tornar seu chefe e você diz que não gosta do jeito que ele está
decisão que você, quem é o (a) a culpa? Onde você estava quando ele estava sendo eleito para
poder? E se alguém chegar ao poder e ele não está fazendo o que você espera
o que fazer, então votar contra ele.

CNN: A igreja exerce um papel bastante?
EA: Talvez eles deveriam fazer mais. Porque eu acredito que no passado as pessoas
ter sido tão focado em fazer chegar ao céu que eles não querem nada
a ver com política.
A política tem moela, que é outra maneira de dizer que a política pode ser
suja. Os cristãos são a luz do mundo - deve ser um foco de luz
não ser o sal da terra que é apenas de uso se for aplicado -
então eu acho que nós deveríamos estar fazendo mais do que estamos fazendo agora.

CNN: Você tem o ouvido de presidentes - você fala e apoiar determinadas
candidatos?
EA: Quando eu for consultado, eu falo. Mas então tudo que você pode fazer é aconselhar -
você não pode comando, você pode dizer que esta é a maneira que eu acho que essa coisa deve
ser feito, então eles estão livres para decidir se eles vão tomar o seu conselho
ou ignorá-lo.
Mas como vivemos com as pessoas em uma base diária, podemos sentir os pulsos
melhor. Assim, quando as coisas se tornam um pouco desconfortável para as massas,
tomarmos algumas ações.

CNN: Tente fazê-los balançar de um modo particular para votar?
EA: Não, quando você tem esse tipo de congregação, você tem membros do
cada partido na congregação e se você quiser manter a sua relação
para você, você deve ser neutro.

CNN: Onde você gostaria de ver Resgatado a partir daqui?
EA: ainda um longo caminho de nosso objetivo. Queremos chegar a todo o mundo.
(Nós) queremos ter igrejas em cada nação e tem membros em todos os
família em todo o mundo e é aí que cremos que Deus vai nos levar
antes de eu deixar este mundo.

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"Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." (Tiago 5:16).

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Pastor Izaias dos Santos

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