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quinta-feira, 29 de março de 2012

“Marcha global por Jerusalém” une pastores e líderes muçulmanos

Evento ocorrerá ao mesmo tempo em Jerusalém e em diversas cidades pelo mundo

“Marcha global por Jerusalém” une pastores e líderes muçulmanos
“A Marcha por Jerusalém” ocorrerá na próxima sexta-feira, 30 de março. Esta é uma data simbolicamente importante para os palestinos, chamada de “Dia da Terra”. Foi em 30 de março de  1976 que seis árabes israelenses foram mortos em protestos contra a expropriação de terras em Israel.
Embora leve o nome de Jerusalém, ocorrerá ao mesmo tempo em diversas cidades de todo o mundo, pedindo “liberdade para a Palestina e sua capital, Jerusalém”. O evento já recebeu o apoio de figuras evangélicas como o bispo Desmond Tutu e o reverendo Jeremiah Wright, pastor que batizou Barak Obama, bem como de líderes muçulmanos do Irã.
O evento é promovido pelo Comitê Central Internacional, um grupo formado por 42 delegados representando os cinco continentes.
Os delegados querem reunir um milhão de pessoas marchando “em solidariedade” nos países do Oriente Médio que fazem fronteira com Israel. Essa é uma tentativa de chegar “ao ponto mais próximo possível da antiga cidade, considerada sagrada pelas três religiões monoteístas.
As diversas marchas estão sendo organizadas em praças públicas nas capitais e em frente a algumas embaixadas de Israel em países como Alemanha, Suíça e Canadá.
“A Marcha Global por Jerusalém é uma iniciativa inovadora, que está a organizando a resistência civil não violenta desde 30 de março de 2010 na Palestina e em quatro países vizinhos: Egito, Líbano, Jordânia e Síria”, diz o site do evento.
“As manifestações pacíficas vai pedir liberdade para Jerusalém e seu povo. Nosso objetivo é acabar com as políticas sionistas de apartheid, limpeza étnica e judaização, que prejudicam todas as pessoas, a terra, e a santidade de Jerusalém”, acrescenta o site.
O Serviço de Inteligência de Israel informou no início da semana que o Irã tem sido o maior promotor da nova iniciativa, alegando que seu objetivo é se aproveitar “da sensibilidade do mundo árabe-muçulmano em relação a Jerusalém”.
O líder religioso supremo do Irã,  Ali Khamenei , apóia aberta e publicamente o evento,  dizendo que a marcha irá “fortalecer as operações de resistência” contra Israel e que o Irã vai  enviar dezenas de milhares de pessoas até Jerusalém para marcha na sexta-feira.
Em junho passado, grupos árabes organizaram marchas ao longo da fronteira de Israel no chamado o “Dia Nakba”. Nakba é um termo árabe que significa “catástrofe” ou “desastre”. É  usada pelos palestinos para descrever a data simbólica da “perda” do território da Palestina para Israel.
As marchas realizadas ao longo do ano passado nas fronteiras de Israel foram marcadas pela  violência que deixou 13 pessoas mortas. Por isso, muitos manifestaram a preocupação de que os milhares de pessoas que devem tentar ilegalmente cruzar as fronteiras de Israel para o  protesto durante a “Marcha Global por Jerusalém” poderão se ferir ou até morrer.
Apesar das preocupações, autoridades israelenses disseram que estão prontas para lidar com  protestos e reforçarão a segurança nas fronteiras para conter toda violência.
Traduzido e adaptado de Christian Post

terça-feira, 13 de março de 2012

1 milhão de pessoas em Israel buscam abrigos para fugir de bombardeios.

Conflitos já duram três dias e não há sinal de trégua

1 milhão de pessoas em Israel buscam abrigos para fugir de bombardeios
Cinco palestinos morreram nesta segunda-feira (12) durante novos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza. Desde o início do confronto, pelo menos 23 palestinos morreram e 75 ficaram feridos. Estima-se que mais de 20 israelenses foram atingidos, mas o número de mortos não foi divulgado.
Ao meio-dia de domingo, mais de uma centena de mísseis já tinham sidos disparados contra as comunidades na região de Negev ocidental. Cerca de 200.000 crianças israelenses da região sul de Israel ficaram sem aulas e foram aconselhadas a se esconder em abrigos antiaéreos.  Cerca de 1 milhão de pessoas em Israel têm procurado a segurança dos abrigos nos últimos dias, disseram autoridades.
Os confrontos já duram três dias. Estima-se que já foram disparados mais de 200 foguetes contra o território de Israel, em um movimento que começa a preocupar a comunidade internacional.
O sistema antimíssil de Israel interceptou a maioria dos perigosos mísseis Grad, mas não foi capaz de conter o ataque totalmente.
Heftzi Zohar, vice-prefeito da cidade de Negev disse ao Jerusalem Post que a situação é insuportável, especialmente para as crianças “que estão vivendo sob terror.”
Os ataques começaram na tarde de sexta-feira, quando morteiros foram disparados contra o sul de Israel. Horas depois, aviões israelenses destruíram um veículo em Gaza que transportava dois comandantes terroristas. Um deles era operatório Zuhir Mussah Ahmed Kaisi, que a inteligência israelense afirma estar planejando outra infiltração na fronteira egípcia, na área do Sinai.
Quando os ataques palestinos se intensificaram, Israel respondeu com ataques aéreos dirigidos. Fontes do Exército dizem que os militares descartam a possibilidade de uma incursão pelo solo em Gaza neste momento. Porém, o general Benny Gantz admite que seja apenas uma questão de tempo antes que tal operação seja necessária.
“O (exército israelense) continua a atacar – forte e decisivamente – os terroristas na Faixa de Gaza”, disse o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu nesta segunda-feira. ”Nós iremos atacar quem tem a intenção de prejudicar os nossos cidadãos.”
Um porta-voz do grupo Jihad Islâmica advertiu que os cidadãos israelenses permaneçam em seus bunkers, afirmando que irá disparar mais foguetes contra Israel.
Facções palestinas discutiram no domingo a possibilidade de uma trégua, segundo um porta-voz da Brigadas Salah Edeen. No entanto, a Jihad Islâmica rejeitou a possibilidade de uma trégua até que certas condições sejam satisfeitas, incluindo o fim dos ataques aéreos e “assassinatos dirigidos”, segundo sua rádio oficial.
Avigdor Liberman, Ministro das Relações Estrangeiras de Israel culpou o Hamas pela violência, grupo islâmico que governa Gaza desde 2007, e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.
“Abbas deve decidir se deseja conduzir negociações sérias de paz ou alinhar-se com o Hamas e a Jihad Islâmica e entrar para o mapa do terrorismo mundial”, disse Liberman.
Traduzido e adaptado de Christian News e CNN

sábado, 10 de março de 2012

Israel é o único país do Oriente Médio onde cristãos têm liberdade

Milhares de cristãos estão sendo obrigados a sair de seus países por causa da perseguição

Israel é o único país do Oriente Médio onde cristãos têm liberdade
A igreja cristã no Oriente Médio persiste há mais de 2.000 anos, testemunhando guerras e conquistas. Alguns templos fecharam, outros abriram. Mas a população cristã da região caiu de 20%, há cem anos atrás, para menos de 5% hoje em dia.
O medo de professar sua fé é algo comum entre os cristãos do Oriente Médio. No Egito, cerca de 200.000 cristãos coptas fugiram de suas casas no ano passado, depois de passarem por espancamentos e massacres nas mãos de extremistas muçulmanos.
Desde 2003, 70 igrejas iraquianas foram queimadas e cerca de mil cristãos mortos em Bagdá, fazendo com que mais de metade desta comunidade de milhões de membros decidisse fugir do seu país.
A conversão ao cristianismo é um crime capital no Irã, onde ano passado o pastor Yousef Nadarkhani foi condenado à morte. A Arábia Saudita proíbe a oração cristã mesmo nas casas.
No passado, mais de 800.000 judeus foram expulsos de países árabes, agora os cristãos é que são forçados a sair das terras que eles habitaram por séculos.
O único lugar no Oriente Médio onde os cristãos não estão em perigo é na Terra Santa. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, as suas comunidades cristãs (incluindo as ortodoxas russa e grega, católicos e protestantes) já cresceram mais de 1.000%.
Os cristãos estão presentes em todos os aspectos da vida de Israel, servindo em cargos do governo e mesmo isentos do serviço militar, milhares de pessoas se oferecem para proteger o país.
Isso não significa que os cristãos israelenses ocasionalmente não encontram intolerância. Mas em contraste com outros lugares do Oriente Médio, onde o ódio aos cristãos é ignorado ou incentivado, Israel continua empenhado, segundo sua Declaração de compromisso da Independência “assegurar a igualdade completa de todos os seus cidadãos, independentemente da religião.”
Ela garante o acesso livre a todos os lugares sagrados cristãos, que estão sob controle exclusivo do clero cristão. Israel está repleta de lugres assim (Cafarnaum, Morro das Bem-Aventuranças, o local de nascimento de São João Batista), mas o Estado constitui apenas uma parte da Terra Santa. O resto, segundo a tradição judaica e cristã, está em Gaza e na Cisjordânia. Porém, os cristãos dessas áreas sofrem a mesma situação que os demais na região.
Desde a tomada de Gaza pelo partido Hamas em 2007, metade da comunidade cristã fugiu. As decorações de Natal e outros símbolos cristãos como crucifixos são proibidos. Em dezembro 2010, em uma transmissão de rádio, autoridades do Hamas incentivaram os muçulmanos a matar seus vizinhos cristãos. Muitos foram mortos.
Não é de se admirar, portanto, que a Cisjordânia também veja a fuga de cristãos. Eles já foram cerca de 15% da população, agora são menos do que 2%. O controle de cidades como Nablus, Ramalá e Jericó, passou para o controle da Autoridade Palestina.
Israel, apesar de sua necessidade de salvaguardar as suas fronteiras contra terroristas, permite os cristãos o acesso às igrejas de Jerusalém, na Cisjordânia e em Gaza. Em Jerusalém, o número de árabes-cristãos, triplicou desde a reunificação da cidade por Israel, em 1967.
Em Belém, nas mãos da Autoridade Palestina desde 1995, os cristãos são menos de um quinto da população da cidade.
A virtual extinção das comunidades cristãs do Oriente Médio seria uma injustiça de magnitude histórica. No entanto, Israel permanece como um exemplo de como a convivência pacífica entre pessoas de religiões diferentes é possível.
Traduzido e adaptado de WSJ

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Objetivo do programa nuclear do Irã é “aniquilar Israel”

O governo do Irã continua insistindo que seu programa nuclear é pacífico por natureza, mas os líderes ocidentais estão ansiosos para que Teerã cumpra sua palavra e evite um conflito militar. No entanto, uma entrevista com a esposa do cientista que liderava o programa nuclear iraniano e foi morto recentemente, não deixa dúvidas sobre o assunto.
Bolouri Fatemeh Kashani, disse que seu marido Mostafa Ahmadi Behdast Roshan sempre deixou claro que o “objetivo final [do programa nuclear] era a aniquilação de Israel.”
Ela acrescentou: “Eu não sabia qual era o papel do meu marido. Ele não tinha um guarda-costas e andava onde queria. Sabia que meu marido se tornaria um mártir, mas não achava  que isso aconteceria tão cedo.”
Roshan era o responsável pelo  enriquecimento de urânio da usina de Natanz, uma das instalações mais importantes do programa nuclear iraniano. Possivelmente a pessoa mais indicada para mostrar que o Irã está planejando construir bombas atômicas.
Autoridades iranianas e a mídia têm acusado o Mossad, serviço secreto israelense, de estar por trás do carro-bomba que matou Roshan, enquanto ele ia para o trabalho. O presidente israelense, Shimon Peres negou que seu país estava envolvido.
Na quarta-feira (22), o chefe do exército israelense, o general Benny Gantz, reiterou que um Irã com armas nucleares é uma ameaça inaceitável para o Estado judeu. A revelação de Balouri Kashani que o marido estava trabalhando para acabar com Israel é apenas mais uma confirmação do que já se especula.
Em um documento recentemente publicado pelo aiatolá Ali Khamenei, estrategista-chefe e líder supremo da nação iraniana, ele afirma que “em nome de Alá, deve o Irã atacar Israel  em 2014. Todos os nossos problemas são devidos a Israel”.
O aiatolá Khamenei e, de modo especial, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad já declararam várias vezes que Israel era “um câncer” que devia ser removido do Oriente Médio.
Apesar de todas as evidências, os críticos de Israel continuam o acusando de manipular a situação para provocar outra “guerra sem sentido”.
Depois desse episódio,  Ali Khamenei e o governo iraniano passaram a esconder a identidade dos cientistas nucleares iranianos, temendo que algum deles possa ser o próximo “alvo” de Israel ou dos EUA.
Traduzido e adaptado de Israel Today e Ynet News

domingo, 6 de junho de 2010

“Israel nao permitirá que Irán estableca um porto em Gaza”


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que seu
país "não permite a criação de um porto iraniano
Gaza, após a abordagem israelense navio irlandês "MV Rachel
Corrie, que estava dirigindo a faixa.

Em uma declaração à imprensa, Netanyahu disse que o
abordagem no sábado, não houve vítimas porque o "MV Rachel
Corrie viajou "paz" em contraste com a emissão de
navio turco "Mavi Marmara, que foi organizado pela
partidários do "terrorismo".

"Hoje nós vimos a diferença entre uma frota de paz,
cujos membros discordam, mas que respeitam a sua
direito de falar, e uma frota de ódio que tinha sido
organizado por radicais violentos que apóiam o terrorismo "
Netanyahu disse no sábado.

"Em ambos os casos, Israel agiu exatamente da mesma maneira
para garantir o bloqueio de Gaza, com a intenção de prevenir
o fluxo de armas para o Hamas, e permitir que as mercadorias
para os civis de entrar em Gaza após uma inspecção ", o
primeiro-ministro.

"A diferença é que no navio turco, os nossos soldados
foram encontrados na plataforma com um grupo de ativistas islâmicos
radicais, com machados e facas. Israel continuará a exercer
o direito à autodefesa ", disse Netanyahu.

Os 19 membros do barco irlandês não se opuseram à
abordagem, a única opção que deixou o Exército após quatro
ordens para mudar o seu curso e ancorar no porto
Ashdod foram rejeitadas.

IDF fontes afirmaram que o 1200 será entregue
toneladas de ajuda humanitária carregando o barco, e que
tripulação escolta da carga a passagem formal
Gaza.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Filho de fundador do Hamas se converte ao Cristianismo e entrega o Pai ao serviço secreto de Israel


A vida do palestino Mosab Hassan Yousef, de 32 anos, desafia a lógica do conflito árabe-israelense, em que as rivalidades são quase sempre hereditárias. Filho mais velho do xeque palestino Hassan Yousef, um dos sete fundadores do Hamas, grupo terrorista transformado em partido, o jovem foi criado para ser um líder extremista. Contra todas as possibilidades, traiu o pai, colaborou com o inimigo, denunciou os companheiros e converteu-se ao cristianismo. Após dez anos de bons serviços prestados como agente duplo do Shin Bet, o serviço secreto militar de Israel, hoje Mosab Yousef vive na Califórnia, nos Estados Unidos, onde divide o seu tempo entre o surfe e os cultos em umaigreja evangélica de San Diego. Em entrevista concedida a VEJA por telefone, ele definiu o Corão como “um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas”. Em sua biografia, Filho do Hamas (Sextante), lançado no Brasil na semana passada, a vocação de Yousef para fazer proselitismo religioso ganha, felizmente, menos espaço do que as histórias de espionagem e traição que envolvem sua trajetória.

A desilusão com o Islã e com o Hamas começou no período em que Yousef esteve preso em Megiddo, uma penitenciária israelense a 5 quilômetros da fronteira com a Cisjordânia. Detido por porte de armas em 1996, quando tinha 18 anos, Yousef permaneceu em uma área exclusiva para integrantes do Hamas. Durante os dezoito meses em que esteve preso, testemunhou membros do grupo torturando os próprios colegas. Qualquer um que demorasse um pouco mais no banho ou tivesse um sotaque diferente podia ser acusado de agente duplo e receber uma punição.

Os terroristas enfiavam agulhas sob as unhas dos suspeitos e derretiam embalagens plásticas para queimar sua pele. Para não deixar que os gritos das vítimas chamassem a atenção dos guardas israelenses, ligavam a televisão no volume máximo. “Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco”, diz Yousef. Depois de ser libertado, ele encontrou um jovem estrangeiro que lhe apresentou os dogmas evangélicos. Começou, então, a ter aulas noturnas de religião em uma escola católica de Ramallah, na Cisjordânia. O processo de conversão ocorreu às escondidas e durou seis anos. Já na prisão Yousef fora convidado a colaborar com o Shin Bet. Ele acredita que seus colegas palestinos nunca desconfiaram de sua vida dupla simplesmente por ser o filho de quem era: um dos mais influentes líderes do Hamas. O parentesco dava ao jovem acesso à elite política palestina, como Yasser Arafat, e aos bastidores dos planos terroristas de grupos como o Hamas e a Brigada dos Mártires de Al Aqsa, ligada ao partido secular Fatah.

Foi graças a informações passadas por Yousef que alguns dos homens mais perigosos dos territórios ocupados puderam ser presos. Em 2001, Yousef telefonou de seu carro para o Shin Bet e deu as coordenadas para a localização do veículo em que se encontrava Muhaned Abu Halawa, um traficante de armas de 23 anos procurado por dar apoio logístico aos atentados da Brigada dos Mártires de Al Aqsa. Em seguida, do alto de uma colina, um tanque israelense fez disparos precisos em direção ao carro de Halawa, estacionado em uma rua de Ramallah. “Um dos projéteis atravessou o para-brisa, mas Halawa deve ter percebido o ataque, porque abriu a porta a tempo e pulou para fora, em chamas”, diz Yousef, que se encontrava a poucos metros do alvo.

O informante, acompanhado do pai, ainda visitou o terrorista chamuscado no hospital. Meses depois, os israelenses eliminaram Halawa com mísseis lançados de dois helicópteros, dessa vez sem a ajuda de Yousef. “Posso dizer que, durante toda a minha colaboração com o Shin Bet, sempre me preocupei em apenas participar de operações que não atentassem contra a vida humana”, diz o ex-agente duplo.

Nem sempre esse princípio funcionou. Em 2002, Yousef recebeu cinco homens pedindo ajuda em sua casa, em Ramallah. Eles estavam com um automóvel cheio de explosivos e precisavam de um lugar seguro para se esconder antes de realizar um atentado em Israel. Yousef deu dinheiro a eles e recomendou que encontrassem um hotel nas proximidades. Em seguida, ligou para o Shin Bet, que, discretamente, recolheu o carro-bomba. O informante palestino pediu para poupar os militantes. A condição foi aceita. Durante a noite, os militares israelenses invadiram o quarto dos terroristas para prendê-los. Um deles tentou escapar pela janela, mas foi abatido a tiros antes de alcançar a rua. Yousef garante que nunca colaborou com os israelenses por dinheiro.

Em pelo menos três ocasiões, contudo, ele recebeu uma espécie de ajuda de custo de Tel-Aviv. Em uma delas, ganhou algumas centenas de dólares para “comprar algumas roupas, cuidar de mim mesmo e curtir a vida”, como ele descreve no livro. Em 2005, seu pai, Hassan Yousef, estava sendo procurado pelos israelenses, e ele resolveu ajudá-lo, escondendo-o. Yousef, o filho, enfrentava um dilema: se continuasse escondido com o pai, poderia ser morto junto com ele; se o delatasse, temia que sua identidade como informante fosse descoberta pelo Hamas. Resolveu telefonar para o Shin Bet, pedindo para ser preso junto com o pai. O líder do Hamas está até hoje na cadeia. Seu filho ficou apenas três meses preso. Na sua avaliação, o pai, por ser da ala política do Hamas, não pode ser considerado um terrorista. Ainda assim, Mosab Yousef acha que fez a coisa certa.

Fonte: Veja / Gospel Prime

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Palestino encontra Jesus na Prisao


Amir era uma prisão palestina, porque ele foi acusado
de dar informações a Israel sobre ataques no
povo judeu. Essa informação salvou a vida de
Israelenses, mas aos olhos da Autoridade Palestiniana
(PA), foi uma traição.

Homens e mulheres que dão informações a Israel são
considerados traidores do povo palestino. Quando
capturados, os chamados "colaboradores" estão presos,
torturados e muitas vezes mortos. Ele foi libertado por
As tropas israelenses e dada autorização de residência em Israel
apropriada.


Eu conheci Amir, após um longo dia de visitas a outros chamados
colaboradores. Meu amigo e tradutor, Mahmoud insistiu
em mais uma reunião esta noite, então eu concordei. Depois
batendo na porta de Amir por vários minutos muito fina
eo homem com aspecto frágil nos cumprimentou. Com um sorriso sonolento ele
gentilmente nos convidou para o café dentro árabe.

Sua casa foi constituída por um quarto com um par de peças
mobiliário, mas ele parecia muito contente com o que ele tinha.
Ele disse que, periodicamente, sua mulher e as crianças
esgueirar-se da Cisjordânia e ficar com ele por dias
um tempo. Ele estava orgulhoso de ter um salário mínimo, para que
ele podia alimentar sua família que o trabalho foi apenas parcial
tempo. Amir disse que não poderia retornar para sua casa e
família na Cisjordânia, com medo de serem mortos ou
rearrested pelo PA.

Ele falou sobre sua experiência na prisão, enquanto PA
Machmoud traduzido. Amir foi torturado de diversas maneiras;
por muitos dias ele foi despido e amarrado a uma árvore durante a
o inverno. Eles iriam liberá-lo periodicamente e derrame
água fria em seu corpo, em seguida, amarre-o para fora outra vez. Uma vez
eles o levaram para dentro e colocou um aquecedor tão perto dele
que ele ainda carrega as cicatrizes que ele nos mostrou.
Depois eles fizeram sentar no aquecedor nu.

Perguntei Amir como ele fez em cada dia. Ele disse: "Eu
orou e eu sabia que Deus iria me salvar. "Ele disse que Deus tornou-se
seu melhor amigo. Eu pedi que Deus está com ele, e ele disse
"Aquele que vive no meu coração e me ensina a não amar
só meus amigos, mas também meus inimigos. "Eu disse a ele que
estava falando como se ele leu a Bíblia cristã. Ele
sorriu e pegou uma Bíblia do balcão e disse: "Eu
encontrei neste livro que Machmoud me deu. "Ele disse:
"Tudo o que eu acredito em meu coração está escrito aqui". Ele
foi acordado por muito tempo e este animado como ele abriu o
páginas para nos mostrar todas as notas que tinha escrito.

Amir não pode ter dito "A oração", no entanto, ou tinham sido
batizados, mas não foi animado ao ver que ele já tinha
uma relação crescente com o Senhor Jesus Cristo!

Pouco tempo depois desta noite, nós o levamos para a Jordânia
Rio, onde ele pediu para ser batizado "como Jesus". Ele
é um crente, um irmão lutando para sobreviver sem
sua família longe de sua casa, mas é grato pela sua
nova vida em Israel e no Senhor Jesus Cristo

sábado, 3 de abril de 2010

Ahmadinejad diz que Israel pagará caro por novo ataque a Gaza


Mulher palestina caminha em frente a carro destruído após bombardeio israelense em Gaza


O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, fez um alerta neste sábado a Israel e aos países que considerou como "os arrogantes que apoiam o regime sionista" ao dizer que pagarão caro por qualquer novo ataque contra a Faixa de Gaza.
Segundo a agência semioficial iraniana Fars, Ahmadinejad fez esta declaração durante o ato da inauguração de uma fábrica na província iraniana de Kerman para a produção de matéria-prima na fabricação de aço. "Não voltem a cometer o erro de atacar Gaza, já que vão pagar caro", ameaçou o presidente iraniano.
Ahmadinejad aproveitou para criticar o tratamento dado pelo Ocidente às atividades nucleares do Irã. "Eles mentem e dizem que o Irã tenta produzir bombas atômicas, enquanto eles próprios têm bombas atômicas", afirmou.
O presidente iraniano comentou o enriquecimento de urânio a 20% no Irã e disse que, "segundo a lei, eles devem oferecer o combustível nuclear ao Irã".
Israel ameaçou na sexta-feira com uma nova grande ofensiva contra a Faixa de Gaza, horas depois de executar vários ataques aéreos, que deixaram três crianças feridas, em represália ao lançamento de foguetes a partir do território palestino.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Desde a 2º Guerra Mundial, não se atacavam tantos Judeus como em 2009


Um relatório da Agência Judaica indica que 2009 foi o ano em que mais foram registrados ataques anti-semitas desde a Segunda Guerra Mundial, e metade dos países da Europa Ocidental pensam que os judeus são “praticam extorsões”.

No documento, elaborado pela Universidade de Bielefeld na Alemanha a pedido da Agência Judaica e do Ministério de Assuntos da Diáspora, 42% dos entrevistados consideram que “os judeus exploram (as perseguições) do passado para extorquir dinheiro”.

Esse percentual chega a 75% na Espanha e na Polônia. Nesses países, conforme o relatório, o preconceito contra os judeus é maior.

O presidente da Agência Judaica, Natan Sharansky, apresentou o documento hoje em entrevista coletiva na véspera do Dia Internacional da Luta contra o anti-semitismo e o Dia da Lembrança do Holocausto na Europa em 27 de janeiro.

A pesquisa revela que em 2009 ocorreram mais atos anti-semitas que em qualquer outro ano posterior à Segunda Guerra Mundial (1939-1945), na qual os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus.

Nos primeiros três meses de 2009 – os que seguiram à ofensiva israelense “Chumbo Fundido” em Gaza – ocorreram tantos incidentes anti-semitas como os registrados em todo o ano 2008.

Neste domingo, os resultados do estudo foram analisados no Fórum da Luta contra o anti-semitismo do Governo israelense, que acompanha os fenômenos anti-semitas no mundo por meio de organismos como a Agência Judaica e em colaboração com instituições e fundações de todo o mundo.

O documento aponta que na primeira metade do ano passado 631 incidentes ocorreram na França, contra os 474 no mesmo período de 2008.

Pelo menos duas mortes foram relacionadas com atos de anti-semitismo nos EUA em 2009, a de uma estudante universitária, em Connecticut, e outro de um guarda de segurança não judeu do Museu do Holocausto em Washington.

O aumento do anti-semitismo procede tanto da direita quanto esquerda, conforme o levantamento da Agência Judaica.

Na entrevista coletiva de divulgação do relatório os responsáveis advertiram sobre fenômenos como um vídeo que está circulando na internet nos últimos dias que acusa Israel de roubar órgãos em hospital de campanha montado por seu Exército no Haiti.

// Jeremias 13.24;27 Assim os espalharei como o restolho, que passa com o vento do deserto. 25 Esta será a tua sorte, a porção que te será medida por mim, diz o SENHOR; pois te esqueceste de mim, e confiaste em mentiras. 26 Assim também eu levantarei as tuas fraldas sobre o teu rosto; e aparecerá a tua ignomínia. 27 Já vi as tuas abominações, e os teus adultérios, e os teus rinchos, e a enormidade da tua prostituição sobre os outeiros no campo; ai de ti, Jerusalém! Até quando ainda não te purificarás?

Fonte: EFE / Gospel Prime / Missao do Milenio


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Apenas 2% são cristãos em cidade onde nasceu Jesus

O número de cristãos em Belém, cidade considerada o local onde Jesus nasceu, está diminuindo. Há cem anos, cerca de 40% da população da cidade era cristã, agora são 2%. E, de acordo com algumas previsões, os últimos cristãos deverão deixar a cidade antes de 2025.

“Creio que em alguns dos vilarejos o número de cristãos é zero”, disse à BBC Simon Azazian, integrante da Sociedade Bíblica Palestina. “Em Birzavit, por exemplo, 100% eram cristãos, depois (a porcentagem) caiu para 60%, agora são 40% e esse número continua baixando.”

Alguns cristãos dizem que esse êxodo se deve ao fundamentalismo islâmico.

“Eles introduzem em nossa cultura e na nossa sociedade uma visão da religião que não tem nada a ver com o nosso contexto e nem com a nossa história”, disse à BBC o sacerdote luterano Mitri Raheb.

“Isto não é apenas uma ameaça para a comunidade cristã palestina, mas também para toda a sociedade palestina, já que tentam nos mandar de volta para a Idade Média”, acrescentou.

Outros cristãos ressaltam que a decisão de ficar em Belém ou ir embora depende de vários fatores.

“Depende da situação política, que afeta a situação econômica”, afirmou George Sa’ada, da Igreja Ortodoxa Grega.

“Antes, estimulávamos os jovens a ficar e trabalhar aqui, mas agora, lamentavelmente, não podemos obrigá-los a ficar porque querem ganhar a vida. Se não tem oportunidade aqui, claro que vão emigrar e procurar uma vida melhor fora”, explicou.

Alguns temem que, dentro de 15 anos, os únicos cristãos de Belém serão os milhares de peregrinos que chegam durante o período de Natal.

Fonte: BBC Brasil / Gospel Prime


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