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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Após ser chamado de homofóbico, pastor desiste de participar da posse de Obama


Uma pregação do líder religioso contra a homossexualidade seria o motivo da desistência



Após ser chamado de homofóbico, pastor desiste de participar da posse de ObamaApós ser chamado de homofóbico, pastor desiste de participar da posse de Obama
De acordo com o site da ABC News, o pastor Louie Giglio, da Passion City Church, em Atlanta (Estados Unidos), desistiu de participar da cerimônia de posse do presidente reeleito Barack Obama onde faria uma oração para abençoar os próximos quatro anos do país.
Giglio foi convidado pelo próprio presidente para fazer uma oração durante a cerimônia pública que acontecerá no dia 21 de janeiro em Washington, mas as críticas sobre uma ministração antiga do religioso o fez recusar o convite.
Em meados dos anos 1990 Giglio teria feito um discurso defendendo a cura de homossexuais, o que gerou grande revolta na população americana, onde quase metade aceita o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
No sermão que foi divulgado na internet o pastor fala que a homossexualidade é pecado e que a única maneira de sair dessa situação é “através do poder de cura de Jesus”. “Não é fácil mudar, mas é possível mudar”, disse.
Diante de tantas críticas ele enviou um comunicado, publicado também pela Casa Branca, dizendo estar honrado com o convite, contudo, viu-se necessário não participar para não gerar protestos.
“Devido a mensagem que fiz há 15-20 anos, provavelmente minha participação [na cerimônia] seria ofuscada por aqueles que procuram fazer a sua agenda o ponto focal da posse”, justifica. Com informações The Blaze e ABC News.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pesquisa revela os perigos de famílias com pais homossexuais



Pesquisa revela os perigos de famílias com pais homossexuais
Dois estudos divulgados na última semana contrariam as ideais amplamente divulgadas que famílias com dois pais ou duas mães gays são iguais – ou talvez melhores que – casais tradicionais.
“A alegação empírica que não existem diferenças notáveis ​​devem desaparecer”, acredita o  professor de sociologia na Universidade do Texas, Mark Regnerus ao publicar seu estudo na revista científica de Ciências Sociais.
Usando conjunto de dados de entrevistas com cerca de 3.000 adultos jovens selecionadas aleatoriamente, Regnerus dividiu os dados em 40 tipos de grupos, considerando os resultados sociais, emocionais e de relacionamento. Ele descobriu que, quando comparados com adultos criados em casais tradicionais, as pessoas criadas por duas mães lésbicas tiveram resultados negativos em 24 das 40 categorias, enquanto os adultos criados por pais gays tiveram resultados negativos em 19 categorias.
Mark Regnerus norteou outro estudo de impacto na sociedade pela pergunta: “Qual a diferença dos adultos criados por pais homossexuais?” A resposta, tanto na literatura acadêmica quanto no imaginário do público americano, provou ter mudado drasticamente nos últimos 15 anos.
Durante um evento promovido pelo Institute for American Values, ele mostrou que no final da década de 1990, famílias heterossexuais eram “consideradas o melhor ambiente para crianças”. Agora, já predomina a noção de que não há “nenhuma diferença significativa” na criação de crianças por casais gays. Finalmente, ele mostra que existe uma tendência crescente de afirmar-se que crianças “podem ser melhores se forem criadas por um casal gay”.
Embora existam pouquíssimas evidências que poderiam comprovar essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que isso já está provado. Segundo o professor Regnerus, o material mais famoso sobre esse ponto de vista foi publicado em 2010, assinado pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que afirmaram que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais. O artigo já foi usado inclusive em tribunais norte-americanos em julgamentos de casos de adoção e raramente é questionado.
Os novos estudos de Regnerus foram desenvolvidos para reexaminar essa questão. Ele lembra que muitos estudos acadêmicos utilizam a chamada “técnica bola-de-neve”, que usam amostragens pequenas para fazerem projeções maiores.  O problema com essa abordagem popular é que ela restringe as entrevistas a uma fatia do público que são muito próximos em termos de educação, renda e posição social, resultando em uma compreensão limitada.
Em busca de um novo padrão, Regnerus e sua equipe entrevistaram 15.088 pessoas. Destas,  175 pessoas foram criadas por um casal de lésbicas, e 73 que foram criadas por pais gays.
Regnerus afirma que as crianças do estudo raramente passaram a infância inteira na casa de seus pais gays e seus parceiros. Por exemplo, 57% das crianças passaram mais de 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas.  Por fim, Mark Regnerus buscou responder se crianças com os dois pais gays percebiam desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos.
Crianças com pais em relacionamentos homossexuais tiveram baixo desempenho em quase todos os quesitos. Um dado é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas convencionais sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Além disso, 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos governamentais, comparado com 2% da média nos EUA. Os índices de prisão, uso de drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.
O estudo de Regnerus parece responder à questão hoje tão debatida,  se crianças criadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas pai-mãe são mais positivas.
Mesmo assim, Regnerus adverte que sabe das críticas que receberá e que seu estudo não tenta “minar os argumentos” de quem defende os direitos dos homossexuais, nem deseja ligar os resultados de adultos problemáticos unicamente à paternidade gay. Seu objetivo é gerar mais discussão e possíveis novas pesquisas sobre a parentalidade gay.
Traduzido e adaptado de Washington Times e National Review

terça-feira, 15 de maio de 2012

“Casamento é uma relação entre homem e mulher”, diz Mitt Romney em discurso


O atual presidente americano é a favor, mas seu principal concorrente ganha apoio dos conservadores por se declarar contrário a união entre pessoas do mesmo sexo
“Casamento é uma relação entre homem e mulher”, diz Mitt Romney em discurso
O presidente Barack Obama ganhou desprezo de muitos eleitores quando se assumiu favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Seu principal concorrente, Mitt Romney, declarou ser contra a união entre gays para assim tentar conquistar os votos dos evangélicos.
Por ser mórmon, Romney tem enfrentando muitas críticas durante sua campanha e muitas vezes tem que tentar não falar de assuntos religiosos durante a campanha para não atrair a reprovação da parte da população que não considera os mórmons como cristãos.
Mas depois da declaração de Obama, Romney teve uma grande chance de virar o jogo e por isso declarou que o “casamento é uma relação entre um homem e uma mulher”, em seu discurso em uma universidade cristã.
“Esses princípios são tão fundamentais que podem se transformar em objeto de debate democrático, como está ocorrendo com a imperecível instituição do casamento”, afirmou Romney que considerou a família como um dos “maiores bens culturais” pois passam valores básicos de responsabilidade pessoas, dignidade do trabalho e compromissos.
O ex-governador do estado de Massachusetts não citou seu concorrente, até porque estava discursando diante de novos formandos, por isso focou seu discurso em inspirar esses novos profissionais.
Mas seus assessores acreditam que seu posicionamento sobre a união homossexual pode beneficiar a campanha de Romney já que Obama ganhou a rejeição de muitos eleitores depois de se declarar favorável ao tema.
Com informações EFE

domingo, 11 de março de 2012

Considerados “satanistas” jovens emos e gays são mortos a pedradas

Brigadas do ódio já fizeram dezenas de vítimas e prometem mais mortes

Considerados “satanistas” jovens emos e gays são mortos a pedradas
Nas últimas três semanas, 14 jovens foram apedrejados até a morte em Bagdá como parte de uma campanha de militantes xiitas contra adolescentes que se vestem como “emos”.
Os radicais muçulmanos distribuíram listas identificando mais jovens marcados para serem mortos, caso não mudem o estilo de suas roupas.
As mortes começaram depois que o Ministério do Interior do Iraque chamou atenção, mês passado, para a cultura “emo”. Para as autoridades religiosas, esse é um tipo de “satanismo” e ordenaram que a polícia comunitária combata essa nova moda dos jovens.
O folheto distribuído em bairros xiitas traziam 24 nomes de jovens marcados para morrer. “Nós alertamos vocês e todos os homens e mulheres obscenos. Se você não mudar esse comportamento sujo dentro de quatro dias, a punição de Deus descerá até você pelas mãos dos Mujahideen”.
Outro folheto similar listava 20 nomes e alertava: “Nós somos as Brigadas do Ódio. Estamos avisando, se vocês não voltarem à sanidade e ao caminho certo, serão mortos”.
Os 14 corpos foram levados a três hospitais de Bagdá com ferimentos fatais feitos por pedras ou tijolos, segundo fontes que preferiram não se identificar.
“Semana passada, assinei atestados de óbito de três jovens, e a causa das mortes foram graves fraturas no crânio. Uma pancada muito forte na cabeça causou as fraturas, rompendo totalmente o crânio das vítimas”, explicou um médico do hospital al-Kindi.
Outros jovens, incluindo duas mulheres na casa dos 20 anos, foram internados com espancamentos que foram vistos como “sinais de alerta”, segundo as mesmas fontes.
Os “emos” são um movimento que ficou popular nos Estados Unidos. Seus fãs são reconhecidos pelo tipo de roupas que usam, geralmente são calças justas e camisetas com nomes de bandas do chamado emo-core e também pelos cortes de cabelo característicos.
Além dos “emos”, as brigadas do ódio têm assassinado jovens LGBT, chamando-os de “adúlteros, satanistas, vampiros e sexualmente depravados”.
Cartazes contendo ameaças aos homossexuais foram colocados em cafés e nas esquinas das ruas de Bagdá. Os assassinatos de jovens emos e LGBT ocorreram nos distritos de Sadr, Chaala, Albaladiat, Bagdá Al-Jadedah, Karadah e Kadhymia. O número de vítimas pode chegar a uma centena.
Um ativista LGBT iraquiano relatou que além de apedrejamento até a morte, outro método de execução é empurrá-los de cima de edifícios altos.
Há relatos que cinco sobreviventes foram assassinados dentro de hospitais. Acredita-se que alguns funcionários podem estar envolvidos ou terem facilitado os assassinatos.
Segundo organizações LGBT pelo menos 45 vítimas homens gays foram mortos este ano. O canal de TV Al-Sharqiya afirma que há registros de 90 mortes, na maioria jovens e mulheres acusados de “comportamento imoral”. As mortes são atribuídas a grupos como Jaish Al-Mahdi (Exército de Mahdi) e Asa’ib Ahl al-Haq (Liga dos Justos).
O coronel Mushtaq Taleb Muhammadawi, diretor da polícia comunitária do Ministério do Interior iraquiano, declarou ao Iraque Network News que a polícia tem a aprovação oficial para eliminar emos e homossexuais por terem “efeitos danosos sobre a comunidade”.
O site de notícias iraquiano  Alakhbar.org divulgou que há um “estado de pânico viral entre os estudantes e jovens com medo de serem sequestrados, torturados e mortos a sangue frio por causa da forma como se vestem ou penteiam os cabelos”.
Traduzido e adaptado de Wnep e Pink News

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

“curar” a homossexualidade - Livro cria polêmica na Espanha ao prometer



Livro cria polêmica na Espanha ao prometer “curar” a homossexualidade
Depois de inúmeros protestos uma rede de livraria virtual da Espanha retirou o livro “Comprender y sanar la homosexualidad” (“Compreender e curar a homossexualidade”, em tradução literal) da lista de vendas. Escrito por Richard Cohen a obra dizia que era possível curar a homossexualidade e que o próprio autor teria sido curado.
“Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura é possível”, ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.
O livro gerou revolta  e a Federação Andaluza de Associações LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) protestou dizendo que a obra ofendia os homossexuais. As redes sociais foram usadas para fazer com que a El Corte Inglés retirasse os livros de suas prateleiras até que a empresa resolveu ceder e não venderá mais o livro de Cohen.
Cohen conta que era homossexual e que voltou a ser heterossexual. Além de sua mudança ele conta que ajudou curar milhares de homens e mulheres que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo. Os dizeres deste livro fizeram com que a Actuable, uma comunidade on-line unisse esforços para lutar contra o que eles chamam de injustiça contra as minorias.
“Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informação e comunicação, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidadãos”, disse o comunicado da Federação Andaluza. Para eles esse livro pode provocar uma desinformação a respeito da homossexualidade e ainda ameaçar os jovens homossexuais e suas famílias ao dizer que é uma doença que precisa ser curada.
Com informações Folha

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”


Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”
Baseado na lei sharia o livro também ensina que os judeus precisam ser exterminados
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados”.
Ele disse que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Para ele, contudo, o problema é o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual” e sugere que isso seja considerado crime como o racismo. O assunto rapidamente passou a ser comentado nas redes sociais e gerou reações de apoio e também críticas, principalmente no Twitter.
O novelista Aguinaldo Silva apoiou o deputado: “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter
O pastor Silas Malafaia entrou no debate. Afirmou que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Suas declarações foram postadas no seu perfil do Twitter para rebater os argumentos de Jean Wyllys, a quem o pastor classificou de “mentiroso de marca maior”.
Malafaia também negou que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.
O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.
Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.
O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.
Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.
Com informações Verdade Gospel, Terra e Folha

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Usos e costumes são criticados pela pastora lésbica que chama essas doutrinas de “julgo e opressão”

Em pregação, Lanna Holder debocha dos costumes das igrejas Assembleia de Deus e Deus é Amor

A pastora Lanna Holder fundadora da igreja Comunidade Cidade Refúgio, destinada ao grupo LGBT (Lanna assumiu publicamente sua relação homossexual com a cantora e pastora Rosania Rocha), fez uma pregação recentemente debochando dos usos e costumes de igrejas pentecostais como Assembleia de Deus e Deus é Amor.
Em seu discurso ela recorda de situações cômicas que aconteceram quando ela ainda era da AD, chegando a dizer que foi “colocada em disciplina” por ter levado os jovens de sua igreja para o parque de diversões e também por levá-los a uma cachoeira.
“Eu falei para ele [para o pastor], o senhor me mostra onde está escrito na Bíblia ‘não andaras de roda gigante’?”, disse ela relembrando a conversa que teve com o pastor assembleiano.
Enquanto os membros da igreja davam risada sobre essas situações, a ex-missionária zombava até dos dons de línguas fingindo que estava no “mistério”.
“Nós crescemos debaixo de um sistema opressor”, disse ela se referindo aos usos e costumes. “Não estou falando mal da Assembleia estou falando do sistema”. Para ela usos e costumes é diferente de doutrina.
Nessa pregação ela também cita uma mulher que antes de fazer parte da Cidade Refúgio era membro da Deus é Amor, e Lanna diz que no ministério de Davi Miranda tomar banho com sabonete é pecado.
O vídeo foi postado pelo usuário MineirissimoBH que fez uma série de anotações com passagens bíblicas mostrando as contradições do discurso da pastora lésbica.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Em São José dos Campos lei pune quem tentar induzir crianças ao homossexualismo


Escolas municipais, estaduais e particulares poderão ser multadas em até R$1000 se descumprem a lei
Em São José dos Campos lei pune quem tentar induzir crianças ao homossexualismo
A Câmara de vereadores da cidade de São José dos Campos (interior de São Paulo) aprovou uma lei que impõe uma multa de 1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que possa induzir crianças a se tornarem homossexuais.
A proposta foi apresentada pelo vereador Cristovão Gonçalves (PMDB) com o objetivo de impedir o governo federal de reintroduzir o polêmico programa “Escola Sem Homofobia” que distribuiria um kit contendo vídeos e cartilhas que foram considerados como “apologia ao homossexualismo” e depois da pressão dos parlamentares evangélicos foi suspenso pelo governo federal.
Embora a presidente Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente [no MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Integrantes do Fórum Paulista GLBT, que já protestaram nas primeiras sessões da apresentação do projeto, repudiam a proposta. “É um absurdo a iniciativa deste vereador. Ele está indo contra todo um trabalho que visa a acabar com o preconceito. Vamos combater a homofobia em todas as esferas”, disse um dos representantes do Fórum, Luiz André Moresi.
Mas apesar dessa polêmica, a Câmara aprovou a lei que será válida para todas as escolas municipais, estaduais e particulares de São José dos Campos. As instituições que descumprirem a medida poderão receber multa de R$ 1.000.
O projeto segue para ser sancionado pelo prefeito da cidade.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Julio Severo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pesquisa revela que 55% da população brasileira não aceita a união civil entre homossexuais

Evangélicos são os mais intolerantes em relação a decisão do STF que aprovou a união entre pessoas do mesmo sexo
Pesquisa revela que 55% da população brasileira não aceita a união civil entre homossexuais
O Ibope Inteligência realizou uma pesquisa entre os 14 e 18 de julho com 2 mil brasileiros de todas as regiões para saber qual a posição da população diante da decisão do Supremo Tribunal Federal que aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
A pesquisa revela que no total 55% dos brasileiros é contra, mas esses números variam ao dividir a população pesquisa em gêneros, escolaridade e religião. No quesito gênero, os homens são mais contrários, representando 63%, já entre as mulheres apenas 48% é contra a união homossexual.
Outro dado apontado pela pesquisa do Ibope é que os mais jovens são mais favoráveis a união de pessoas do mesmo sexo do que os mais velhos. Entre os jovens de 16 a 24 anos 60% apóiam a decisão do STF. Entre pessoas de 25 a 29 anos esse número cai para 55%. De 30 a 39 anos apenas 51% aceitam esse tipo de união, enquanto que entre pessoas de 40 a 49 anos apenas 39% são favoráveis. Pessoas acima de 50 anos demonstram menos tolerância com esse tipo de relacionamento, apenas 27% dos entrevistados dessa faixa etária apóiam a união civil entre gays.
Além da faixa etária, a escolaridade também interfere, quanto maior o nível, maior a tolerância em relação a homoafetividade. Entre as pessoas que estudaram até o 4º ano do ensino fundamental, apenas 32% são favoráveis à união gay. Já entre pessoas que possuem o ensino superior esse número sobe para 60%.

Evangélicos são os mais resistem

A pesquisa também coletou dados sobre a religião dos entrevistados e notou que os evangélicos são os que mais mostram resistência a essa união. Entre eles, 77% é contra a decisão do STF.
Em seguida vem os católicos que mostram posições dividas. Metade, 50%, aceita e a outra metade desaprova.
Quem respondeu que tem outra religião (que
não católica ou protestante/evangélica) também se mostrou mais tolerante à relação homoafetiva sendo que 60% desses a apóiam.
O número de aceitação também é alto entre as pessoas que não possuem religião ou que não quiseram responder a qual religião pertence na pesquisa, 51% aceita contra 49% que concorda com a união civil entre homossexuais.

sábado, 23 de julho de 2011

Grupo cristão oferece apoio aos que desejam deixar a homossexualidade

O diretor do núcleo de São Paulo diz que se o amor de Deus não puder convencer o homem de seus erros, ninguém mais pode fazê-lo
Grupo cristão oferece apoio aos que desejam deixar a homossexualidade
Para prestar apoio aos líderes evangélicos que ainda não sabem como tratar os homossexuais que estão dentro das igrejas, o grupo Exodus Global Alliance oferece ajuda por meio de treinamentos e orientação, sempre com bases bíblicas para ajudar os que desejam deixar a prática homossexual.
A Exodus Brasil é uma organização cristã interdenominacional, sem fins lucrativos, que está no país há dez anos, sendo um braço da Global que realiza esse trabalho há 35 anos. O grande propósito unificar deste ministério é equipar cristãos para ministrar o poder transformador de Jesus Cristo àqueles, de alguma maneira, envolvidos na homossexualidade.
“É um trabalho mais complexo do que se imagina, e é lamentável que as igrejas tenham errado  mais do que acertado nesse sentido, expondo de maneira grotesca a vida dessas pessoas”, observa o diretor do núcleo de São Paulo da Exodus Brasil, Denis Ferreira.
Ferreira reconhece que muitas vezes só o discurso do pastor não resolve a situação.  “Nenhum discurso humano é capaz de converter um homossexual, alguém pode falar por horas, por mais bonito que seja, mas não vai resolver. Precisa acolhê-lo, para que Deus faça a obra de conversão em seu coração. O discurso de Jesus para o homossexual é o do amor. Se o amor de Deus não puder convencer o homem de seus erros, ninguém mais pode fazê-lo”.
O trabalho da Exodus consiste em preparar a igreja para trabalhar com a questão da homossexualidade, oferecendo treinamento e orientação, com bases bíblicas, para a formação de ministérios que orientam pessoas que querem deixar esse tipo de prática. Além dos seminários, com mais ou menos três dias, a organização promove um  congresso anual no Brasil. Neste ano, o evento será em Curitiba.
De acordo com a missionária Maria Domingos, um dos maiores erros das igrejas é tratar a questão da homossexualidade apenas sob a ótica da espiritualidade.  “Não é uma questão meramente espiritual. Se fosse assim oraríamos e tudo estaria resolvido. Também não se pode dizer que é apenas psicológica. Se assim fosse, bons psicólogos tratariam da questão sem dificuldades”.
Maria explica que a psicologia entende que a homossexualidade é uma orientação sexual tal como é a heterossexualidade. Um tratado do Conselho Federal de Psicologia orienta que os profissionais desta área devem aceitar o comportamento dos homossexuais.
Como conselheira cristã, trabalhando há 8 anos, ela percebe que a homossexualidade é um processo de construção, que tem as suas bases na infância. Ela também explica que o problema não é demoníaco.  “As pessoas erram quando dizem que o problema é sem-vergonhice ou demoníaco. O demônio se submete ao nome de Jesus, mas o comportamento não. E, como já foi dito, homossexualidade é um comportamento aprendido durante toda a vida”.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Exibir Gospel

Pastor Silas Malafaia contrapõem os discursos de igrejas inclusivas como a de Lanna Holder

Essas igrejas aceitam o homossexualismo e usam textos bíblicos para não condenar a prática que em outros capítulos são sim condenáveis
Pastor Silas Malafaia contrapõem os discursos de igrejas inclusivas como a de Lanna Holder

Nos últimos anos temos visto o crescimento de uma vertente do evangelho, para a maioria dos cristãos é antibíblico, que são as igrejas evangélicas voltadas para o público gay. Chamadas de inclusivas elas aceitam os homossexuais e não pregam as passagens bíblicas que condenam a prática, dizendo que a tradução de hoje não é exatamente o que o escritor do texto queria dizer.
Em São Paulo funciona desde junho a igreja Comunidade Cidade Refúgio, liderada pela polêmica missionária Lanna Holder que na década de 90 viajou por todo o país contado seu testemunho, dizendo que havia sido liberta do homossexualismo. Mas em 2002 ela se envolveu em um escândalo, tendo um caso homossexual com a cantora Rosania Rocha. Hoje elas estão juntas e estão a frente deste ministério.
“Quando me converti, aprendi que a homossexualidade era uma possessão demoníaca. Isso sempre foi uma luta pessoal, eu não entendia porque, mesmo selada pelo Espírito Santo e abençoada com o dom da Palavra, eu continuava sentindo desejos homossexuais”, disse Lanna Holder.
Depois de anos ela desistiu de lutar contra seus desejos e hoje acredita que o homossexualismo não é uma opção, mas uma condição que não precisa ser combatida, mas aceita. E ainda usa um texto bíblico para dizer que Deus não faz acepção de pessoas.
Por outro lado encontramos pastores que afirmam amar os homossexuais, mas não concordar com a prática. Em uma entrevista à Revista Exibir Gospel o pastor Silas Malafaia, um dos maiores articuladores dos protestos contra a PL 122, fala que essas igrejas que dizem que o homossexualismo não é pecado estão na contramão dos movimentos evangélicos, pois está escrito na Bíblia que os homossexuais não herdarão o Reino dos Céus.
“O apóstolo Paulo diz em I Co 6-9: ‘Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas´. Sodomitas, aqui, refere-se a homens que se envolvem em atos sexuais com outros homens ”, observou Malafaia.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo acredita que essas igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem.  Ele cita o texto de I Co 6, no versículo 11 que diz: E é o que alguns de vós têm sido (referência aos impuros, idólatras, sodomitas); mas haveis sido lavados, santificados, justificados em nome do Senhor Jesus pelo Espírito  do nosso Deus. “Então como é que a pessoa vem para a igreja e continua homossexual?”, questiona Malafaia que diz que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não pode ser membro, porque está em pecado.
Malafaia também diz que Lanna Holder está teologicamente errada ao dizer que Deus não faz acepção de pessoas, usando este texto para apoiar a condição homossexual, pois Jesus ama todos, mas não consente que  se continue no pecado.
“À mulher adúltera ele disse ‘Vem, mas, agora, não peque mais’. O texto áureo da Bíblia fala do amor (João 3-16), mas os versículos 17 e 18 dizem: ‘Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele’”, acrescenta.
Como o pastor também é psicólogo clínico ele afirma que não há como dizer que uma pessoa já nasce homossexual. “Não existe ordem cromossômica homossexual. O cromossomo de um homem hetero é igual ao de um homem homossexual, assim como o cromossomo da mulher hetero é como o da mulher homossexual. Homossexualidade é preferência, aprendida ou imposta, é comportamental”.
Apesar de seus discursos contrários à prática, o pastor reconhece, porém, que é necessário que as igrejas tenham uma atenção especial com os homossexuais. “Tem que ajudar, amar e integrá-lo. Muita gente não entende isso. No entanto, se quer ser membro, tem de se submeter às regras. Há salvação para o  homossexual, bandido e até para os que se acham politicamente correto. Mas se não aceitar a Cristo, não será transformado, não será perdoado e vai para o inferno. Isso vale para mim e para qualquer um”, conclui.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Exibir Gospel

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Escrivã cristã se demite para não assinar certidão de casamento gay nos EUA

O prefeito reage dizendo que é lei e que tem que se cumprida independente das convicções religiosas dos funcionários públicos
Escrivã cristã se demite para não assinar certidão de casamento gay nos EUA
Na segunda-feira, dia 11 de julho, a escrivã da cidade de Barker, Estado de Nova York, Laura Fotusky, pediu demissão do seu cargo para não assinar casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A demissão foi anunciada no site New Yorkers for Constitutional Freedoms (Nova-Iorquinos a favor das Liberdades Constitucionais) dizendo: “Não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus”. Ela também cita a Bíblia para basear sua opinião sobre a união homossexual.  “A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um presente divino que preserva as famílias e as culturas”.
Laura também disse que se ela continuasse no cargo estaria abrindo mão da sua consciência moral.“Eu estaria abrindo mão da minha consciência moral se participasse dos procedimentos de licenciamento [dos “casamentos” gays]”.
O governador Andrew Cuomo resolveu se manifestar sobre o caso na terça-feira, 12,  dizendo que “a lei é a lei” e que ela tem prioridade sobre as convicções religiosas dos funcionários públicos. “Se você está dizendo que vai agir de acordo com suas convicções religiosas e não de acordo com a lei do estado, então você não pode trabalhar num cargo em que você tem a obrigação de impor a obediência à lei, certo?” disse ele, de acordo com o NY Daily News.

Casos semelhantes se repetem em outros países do  mundo

Várias repartições que faziam cerimônias de casamento nos municípios do estado da Califórnia fecharam suas em 2008 quando o casamento gay foi aprovado. Fechar suas portas foi a escolha para não enfrentarem as repercussões legais por recusarem agradar às duplas homossexuais.
Mas isso não acontece só nos Estados Unidos, na Inglaterra, uma escrivã sofreu derrota após anos de processos, depois que seu empregador ameaçou demiti-la por reorganizar sua escala a fim de não participar da concessão de licenças de casamento para homossexuais.
No Canadá, mais precisamente em Saskatchewan, o governo provincial decidiu não recorrer de uma decisão de tribunal que disse que os comissários de casamento na província não tinham permissão de escolher não participar da realização de “casamentos” gays. O tribunal havia dito que permitir que comissários recusem realizar “casamentos” de mesmo sexo envia “uma mensagem forte e sinistra” de que “os gays e as lésbicas são menos dignos de proteção como indivíduos na sociedade canadense”.
Em um distrito de Amsterdã, onde o “casamento” gay é legalmente reconhecido desde 2007, comissários de casamento são denunciados e obrigados a passar por uma avaliação anual para garantir total cooperação com a mudança da lei, depois que houve suspeita de que duas funcionárias haviam mostrado resistência.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Notícias Pró-Família

domingo, 19 de junho de 2011

PLC 122/2006 (lei da mordaça gay)

SE TIVERES QUALQUER DÚVIDA QUANTO AO ASSUNTO HOMOSSEXUALIDADE,
  BASTA LER EM   LEVÍTICO   18:22.

NÃO HÁ CONVERSA; É A PALAVRA DE DEUS. 
 
PLC 122/2006 É UM PROJETO DE LEI QUE ESTÁ BEM PRÓXIMO DE SER HOMOLOGADO PELO CONGRESSO E PELA PRESIDENTE. PARA AFRONTAR NÃO SÓ O POVO DE DEUS, MAS AO PRÓPRIO SENHOR.

 
Leiam,e SE POSSÍVEL repassem. Atentem para a responsabilidade do voto!

Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos 'inimigos'
                                 

 

Deputado Gay ex-bbb ofende Cristãos e declara Guerra
O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, {e ainda tem servos (SERVO NÃO. PODE TER ALGUM CRENTE SEM TEMOR E SEM DISCERNIMENTO QUE GOSTA DE LOUVAR O ADVERSÁRIO) de Deus que vêem este programa, achando não ser anormal}, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.
Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.
O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.
Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.
Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.
Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.
 Enquanto nos calamos e acomodamos, ocorre isso...  Qual o medo?
JESUS DISSE:
"Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos." (Marcos 8 : 38)
Apóstolo Paulo disse:
"Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados." (I Coríntios 4 : 14)

Precisamos nos posicionar, não podemos nos calar diante dos que falam contra o que a Bíblia diz: 

Levítico 18:22 "Nenhum homem deverá ter relações com outro homem..."

Romanos 1:26-29:"Por causa das coisas que essas pessoas fazem, Deus as entregou a paixões vergonhosas. Pois até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros.
E, como não querem saber do verdadeiro conhecimento a respeito de Deus, ele entregou os seres humanos aos seus maus pensamentos, de modo que eles fazem o que não devem. Estão cheios de todo tipo de perversidade, maldade, ganância, vícios, ciúmes, crimes de morte, brigas, mentiras e malícia. Caluniam 30e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, desobedecem aos pais, são imorais, não cumprem a palavra, não têm amor por ninguém e não têm pena dos outros. Eles sabem que o mandamento de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-las e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem
. "

ICoríntios 6:9-11 " Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencer a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus."

Passem adiante e vamos fazer uma corrente mostrando nossa força.É Deus quem vai à nossa frente.

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"Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." (Tiago 5:16).

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Pastor Izaias dos Santos

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